quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tag HTML causa tela azul no windows 7


Uma simples tag HTML pode ser usada para causar o travamento completo de sistemas Windows 7 64 bits, conforme divulgado por um usuário do Twitter. A falha, recém-descoberta, afeta apenas sistemas 64 bits, e no momento, só pode ser explorada através do navegador Safari, da Apple.
A vulnerabilidade pode permitir a um invasor injetar códigos no kernel do sistema, o que deveria ser impossível para usuários não-privilegiados executando um navegador web. Por enquanto, os códigos que exploram a falha conseguem apenas travar o sistema, porque a execução de código depende de outros fatores. O travamento que ocorre gera uma “Tela Azul da Morte“, que aparece apenas em erros em nível de kernel.
O kernel do sistema operacional, bem como os códigos que controlam hardware – os drivers – são executados de forma privilegiada no CPU do computador. No Windows 7 64 bits, apenas códigos com assinatura digital são permitidos nesse nível. Se a falha for confirmada, no entanto, seria possível injetar de forma forçada um código no kernel.
Para explorar a falha, em sua forma mais básica, é necessário apenas um iframe (tag HTML padrão e bastante utilizada) com um alto valor de altura (height). Para tentar renderizar o código, o navegador da Apple chama uma função interna do Windows chama de NtGdiDrawStream. Essa função, quando chamada com certos parâmetros, causa o travamento e, possivelmente, permitira a execução de código.
No momento, a vulnerabilidade pode ser explorada apenas utilizando o navegador Safari, mas qualquer aplicativo que pode ser controlado de alguma forma para chamar a NtGdiDrawStream de forma problemática poderia, hipoteticamente, estar vulnerável.
A Microsoft ainda não se pronunciou sobre o problema.
Postado por Tecnologia às 18:00 0 comentários
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domingo, 18 de dezembro de 2011

Chrome, O navegador mais seguro

Enquanto a Microsoft fica arredondando números, o Google ajudou a financiar uma pesquisa da empresa Accuvant Labs que aponta o navegador da gigante de buscas, o Chrome, como o mais seguro do mercado.
Os pesquisadores avaliarem os browsers e concluíram que o Google é o que mais tem recursos para impedir que um código malicioso em um site de internet consiga infectar o computador do internauta. No entanto, os especialistas também mostram que nenhum dos navegadores é capaz de detectar e filtrar URLs maliciosas. Todos os navegadores – Internet Explorer, Firefox e Chrome – detectaram apenas 13% dos sites maliciosos.
O número de 13% está bem abaixo do que foi encontrado por uma pesquisa da NSS Labs na metade do ano, na qual os resultados do Internet Explorer variaram entre 92% e 100%. O Chrome e o Firefox tiveram os mesmos 13% naquele teste.
Postado por Tecnologia às 12:05 0 comentários
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Google otimiza mecanismo de busca



O Google fez novas alterações em seus algoritmos para melhorar a busca em tempo real, adicionando páginas com apenas alguns minutos de vida online, caso ache relevante.

Em um post no blog oficial do buscador, o desenvolvedor Amit Singhal disse que "dado a incrível velocidade que a informação se move no mundo atual, a mais recente informação pode ser da última semana, dia ou até minuto, e dependendo de como você procurar os termos, o algoritmo deve ser capaz de saber se um resultado de uma semana atrás é recente, ou uma notícia bombástica da semana passada é velha demais."

Assim, o Google espera acompanhar o crescimento de ferramentas como Twitter e Facebook como fontes de informação. A empresa acredita que, com essa mudança, cerca de 35% das buscas serão afetadas para mostrar resultados mais atuais.

O objetivo é exibir a informação que os usuários realmente procuram. "Para eventos recentes que estão em alta na web, você quer saber das últimas informações imediatamente. Agora quando você procurar por outras coisas, verá mais páginas de qualidade que podem estar no ar há minutos ou dias", afirmou Singhal.

É a segunda grande mudança feita recentemente pelo Google em seu algoritmo. Ainda nesta semana a empresa anunciou que comentários feitos no Facebook, por exemplo, aparecerão nos resultados, assim como conteúdo feito em AJAX ou JavaScript.
Postado por Tecnologia às 21:00 0 comentários
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